segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Eternamente,Rio Grande do Sul.

Gritos ecoando na roda do tempo,cristalizados na memória de cada um daqueles que tiveram o sangue derramado em prol da própria pátria. A nossa pátria,a nossa história. Povo sem virtudes acaba na escravidão. Nossas honras e nossos méritos jamais serão esquecidos. E eram dois para a meia noite do dia 19 de setembro de 1835,em plena ponte Azenha,na capital da Província de São Pedro, quando a maior batalha da história do império brasileiro estava prestes a ser travada. De um lado,as fardas imperiais. Do outro,o grito farrapo,a força do sul,os guerreiros dos pampas. Dez anos de batalha acirrada. Campos tomados pelo rubro. A força,a guerra,eram aqueles que mostravam bravura mesmo nos tempos mais difícies,quando praticamente tudo parecia perdido. Desde Porto Alegre até Piratini,as batalhas tomando um estado,uma nação. O Sul quer liberdade. A proclamação foi feita, palavras de Netto após a batalha no Campo dos Menezes. Enfim,gaúchos. Donos de si,lutando por um ideal maior. Farrapo. Grito. Lanças. Viva à revolução. Do tiro do canhão a sorte estava lançada,mas nessa história nem tudo são flores. A paz foi declarada,mas o sonho de liberdade ainda vive,no coração de cada um de nós,povo de raça,de coragem. Um viva a Bento,Garibaldi,Gomes Jardim. Um viva a nós,descendentes daqueles que lutaram com bravura até o fim. Um viva a beleza de nossos pampas,ao valores e nossas tradições. Um viva a cultura mais linda de todo esse mundo. Um viva a bandeira mais linda já erguida em um campo de batalha. Um viva aos gaúchos.

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